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Sofia Trindade *
Alojamento local 23:58 terça-feira, 07 setembro 2010:
Quase a terminar o verão, muitos dos proprietários de imóveis, que arrendam as suas moradias ou apartamentos, no período de férias, desde de 2008, viram-se confrontados com uma nova obrigação, Alojamento local, que pretende “exterminar” as camas il...
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José Manuel Estevens
Carta ao Director 23:50 terça-feira, 07 setembro 2010:
Senhor Director,
Alguém pensará que o Seleccionador Nacional, Carlos Queiroz, precisa que eu o defenda? Claro que não!...
O que passo a enunciar é a minha repulsa pela atrocidade que estão a cometer para com o Seleccionador Nacional de Futebol, e q...
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Libertário Viegas *
ENSAIO SOBRE TOPONÍMIA FARENSE (3) 22:46 terça-feira, 07 setembro 2010:
Na toponímia local vamos passar a referir-nos essencialmente a personalidades algarvias ou que por cá exerceram actividade meritória. Estão já neste caso as que hoje referimos:
Alferes Arnaldo Luzia da Silva (1935/1961) – Militar, natural de Faro,...
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Serafim Marques *
“Crónicas de Lisboa”: Nestas férias, fui para fora, mas cá dentro 18:24 segunda-feira, 30 agosto 2010:
No início deste período de férias estivais, o senhor Presidente da República (PR) recomendou que os portugueses previlegiassem passar as suas férias no nosso país, como forma de ajudar o respectivo sector turístico e a nossa economia. Foi mais longe ...
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José Bourdain *
Os eleitores que não contam 23:14 quarta-feira, 25 agosto 2010:
O objectivo deste artigo é investigar o número de Eleitores Não Representados nas eleições legislativas portuguesas ocorridas no período democrático (1975-2009), isto é, eleitores que tendo votado num qualquer partido político num qualquer círculo...
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Cláudia Luz *
Resiliência 02:48 quarta-feira, 25 agosto 2010:
Sabemos que o paradigma civilizacional se alterou. Hoje, é certo que não temos um emprego para a vida, mesmo que seja na Função Pública. Sabemos que será difícil a descida dos impostos, tal como do IVA, tal como do preço dos combustíveis, e até dos b...
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João Brito Sousa
OS MAPAS 01:24 terça-feira, 24 agosto 2010:
O Dr. Medina Carreira, nos programas do jornalista Mário Crespo na Sic Notícias, apresenta a sua visão sobre a situação económica do País, em termos emocionais, dizendo que estamos a perder tantos milhões de euros por hora e por aí adiante. O Dr. Her...
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| (Serão) as catástrofes dos outros ? |
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As catástrofes naturais que ultimamente abrem e fecham noticiários televisivos, revistas e jornais são, para além de uma tragédia para estas populações, que sentiram (e sentem) na pele os devastadores impactos, são-no também para as economias dos respectivos países e regiões, face ao que será necessário investir para reconstruir tudo aquilo que as chuvas, as cheias, o vento, os sismos e as derrocadas levaram.
Isto é premonitório, ou devia ser. Não acredito na inevitabilidade e inacção perante o destino. O nosso futuro é tanto melhor, quanto melhor planeado for. Mas depende igualmente da boa execução dos planos, das obras e respectivo controlo que conseguirmos. Disto não tenho dúvidas. Aliás, aqui na região algarvia existem exemplos de como o mau planeamento urbanístico deu origem a graves problemas de sustentabilidade de algum tipo de turismo. Até ao momento não tanto por catástrofes naturais, apesar das recentes cheias em localidades algarvias.
Por princípio devemos aprender com tudo o que está à nossa volta, directa e indirectamente. Alguns especialistas defenderam que algumas das situações verificadas na Madeira teriam sido evitadas, ou minorados os respectivos danos, caso existisse melhor planeamento, construção (técnica/ localização), mas muito pouco é possível fazer contra a força da natureza, quando se levanta e nos reduz à insignificância.
Os exemplos dos acontecimentos na Madeira, no Chile e sobretudo no Haiti, devem ser interiorizados pelos dirigentes, políticos e outros decisores da região algarvia. Vivemos em constante risco, face à proximidade de uma falha tectónica de onde, no séc. XVIII, partiu o arraso da região, de Lisboa, chegando a infligir danos pela Andaluzia e não só.
Face ao risco conhecido por todos, existem planos de contingência? Sentimos preocupações reais e organizadas nas autarquias, não só ao nível da Protecção Civil, mas especialmente ao nível do planeamento urbanístico, dos projectos, das obras em concreto, das respectivas condições para licenciamento e utilização, no sentido de serem adequadas a este risco concreto e real? Se analisarmos a ocupação da orla costeira em tantas localidades algarvias, percebemos que não. Pelo menos no passado. Imagine-se um cenário de sismo com a magnitude sentida no final de 2009, se em vez de mais profundo e afastado, tivesse o epicentro mais próximo da faixa que ocupamos?
Estamos seguros? Claro que não estamos. Ninguém está, nem aqui, nem em lado algum. Estes desastres naturais tornaram isto muito claro! Não é possível planear sismos desta intensidade com a antecedência necessária, mas sabemos que são regulares aqui no Algarve, pouco fortes, mas… e se um dia não o for? A devastação das edificações algarvias seria extensa, especialmente se fosse acompanhada de um maremoto, como aconteceu em 1755, em Lagos, provocando a destruição e a queda económica e social desta cidade, que deixou até de ser, em consequência disto, logo em 1756, a capital do (Reino do) Algarve! Podemos ser novamente varridos? Depende, claro está, da intensidade e das restantes condições climatéricas associadas, que não controlamos e que podem aumentar ou atenuar os efeitos. Resta-nos esperar que esta realidade (e possibilidade) esteja presente onde exista planificação urbanística e não só!
Vivemos fundamentalmente do Turismo. É fundamental reflectir sobre o pouco património histórico que ainda nos resta, assim como as infra-estruturas e atracções que têm apelado a tantos e tantos turistas, ao longo destas últimas décadas!
Não devemos ser pessimistas, mas devemos estar preparados!
* Coordenador/ téc. sup.
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| Comentários sobre esta notícia |
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| - O opinativo que quer o lgarve dos velhos ... |
... dos velhos, sim senhor! Esta opinativa arenga não passa de mais uma manifestação da sua velhice precoce - para termos um exemplo suficientemente forte deste desiderato basta provocar a conversa com alguns reformados junto à marina de Faro - todos eles diriam, com algumas nuances é certo, o que o este coordenador/téc. sup. está a dizer. Blá, blá, blá, há que prevenir senão acontece-nos o mesmo, ou parecido, que aconteceu em 1755, e que até em Andaluzia foi sentido. É um risco, na'ei?! assegurariam todos os reformados em uníssono. Todos estariam de acordo com este opinador, valha-nos isso. Outra coisa não se pode concluir das "tantas mil e tal letras" agrupadas em palavras que constam no diccionário, mas não nos enriquecem em nada perante o tal risco que todos os reformados estarão também de acordo.
Se autarcas algarvios lessem este opinado também diriam que é mais um tagarela que nada diz nada com sumo que se aproveite - é certo que também diriam que o rtisco existe ...
... (limitado a 1000 caracteres) |
| [ 11 março 2010 ] |
João Viegas dos Santos
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| - INCOMPETENCIA ! |
A Escola Dr João Lucio na Fuzeta foi construida em cima de uma placa sismica, pese embora o facto de o PDM o interditar. Se é certo que o sismo em principio não ´terá o epicentro naquele local, o potencial de risco aumenta. Não ´devem os autarcas ser responsabilizados pelo que possa acontecer? |
| [ 10 março 2010 ] |
a. terramoto
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| - catástrofes |
Recentemente escrevi para a comunicação social sobre a matéria,pois a associação Somos Olhão solicitou ao sr presidente da câmara de Olhão sobre o plano de protecção civil municipal e até agora não obtivemos resposta.
Face aos desastres que tem havido é da maior importância que a população saiba dos planos de protecção civil,principalmente na nossa zona onde a actividade sísmica diária é relevante.
Cabe a todos nós zelar pela nossa segurança e conhecer os perigos há nossa volta,sabermos com o que podemos contar,cabe ás autoridades delinear formas de defesa dos seus cidadãos.
A Associação Somos Olhão vai continuar a tentar saber aonde para o plano de protecção municipal de protecção civil municipal pois até agora ainda não apareceu o que nos leva a pensar que não existe o que é grave pois a legislação vigente a isso obriga.
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| [ 10 março 2010 ] |
Marilio Alambre do Rosario
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| - catástrofes |
Recentemente escrevi para a comunicação social sobre a matéria,pois a associação Somos Olhão solicitou ao sr presidente da câmara de Olhão sobre o plano de protecção civil municipal e até agora não obtivemos resposta.
Face aos desastres que tem havido é da maior importância que a população saiba dos planos de protecção civil,principalmente na nossa zona onde a actividade sísmica diária é relevante.
Cabe a todos nós zelar pela nossa segurança e conhecer os perigos há nossa volta,sabermos com o que podemos contar,cabe ás autoridades delinear formas de defesa dos seus cidadãos.
A Associação Somos Olhão vai continuar a tentar saber aonde para o plano de protecção municipal de protecção civil municipal pois até agora ainda não apareceu o que nos leva a pensar que não existe o que é grave pois a legislação vigente a isso obriga.
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| [ 10 março 2010 ] |
Marilio Alambre do Rosario
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| - catástrofes |
Recentemente escrevi para a comunicação social sobre a matéria,pois a associação Somos Olhão solicitou ao sr presidente da câmara de Olhão sobre o plano de protecção civil municipal e até agora não obtivemos resposta.
Face aos desastres que tem havido é da maior importância que a população saiba dos planos de protecção civil,principalmente na nossa zona onde a actividade sísmica diária é relevante.
Cabe a todos nós zelar pela nossa segurança e conhecer os perigos há nossa volta,sabermos com o que podemos contar,cabe ás autoridades delinear formas de defesa dos seus cidadãos.
A Associação Somos Olhão vai continuar a tentar saber aonde para o plano de protecção municipal de protecção civil municipal pois até agora ainda não apareceu o que nos leva a pensar que não existe o que é grave pois a legislação vigente a isso obriga.
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| [ 10 março 2010 ] |
Marilio Alambre do Rosario
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Edição impressa: Nº806
Publicada em: 08|09|2010
Anos de edição: XVIII
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A saúde no Algarve ao dispor dos cidadãos
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Esta informação, sistematizada em formato de dossier de campanha, visa esclarece...
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B - Época 2010 / 2011
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Acompanhando a época de Futebol 2010 / 2011 e à semelhança das anteriores, o jor...
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